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EMPRESARIAL:
AÇÃO CONSCIENTE: FACEBOOK E INSTAGRAM VÃO FISCALIZAR FAKE NEWS
Uma
péssima notícia aos mentirosos digitais: as duas maiores redes sociais do
Brasil e do mundo, Facebook e Instagram, vão sinalizar quando fotos e notícias forem consideradas falsas em seus feeds ou nos stories. Se a imagem ou o vídeo
tiver conteúdo considerado “fake” por uma agência independente de checagem de fatos, será
borrado e terá o aviso de que a informação não procede. E mais: aqueles que
tentarem publicar esse tipo de conteúdo receberão um aviso de que se trata de
“fake news”, com links para saber mais a respeito. As novas medidas foram
anunciadas nesta semana, antes do início oficial da corrida presidencial nos
Estados Unidos, em 2020.
De acordo
com ambas as redes sociais, durante o mês de novembro, elas vão rotular com
mais destaque o conteúdo “que tenha sido marcado como falso ou parcialmente
falso por uma agência de checagem de fatos independente de parceira”, conforme
destacou a companhia, em comunicado. O rótulo de “informação falsa” será
mostrado por cima de fotos e vídeos, inclusive no Instagram Stories, e terá um
link para a agência de checagem de fatos desmentindo a fake news. Além disso,
se um usuário tentar publicar uma foto ou vídeo com informação falsa, ele será
alertado com um novo pop-up. Haverá o link para a agência de checagem de
notícias, e o aviso de que o post vai incluir um aviso dizendo que é falso.
Será possível compartilhar o post mesmo assim.
Ainda não
se sabe qual será o efeito prático dessas medidas. Nos últimos anos, o Facebook
já havia tentado colocar um aviso em posts associados a notícias falsas, só que
eles acabavam sendo mais compartilhados ainda mais. O carimbo da “mentira”
seduzia ainda mais os usuários para fake news, aumentando o engajamento e a
audiência.
Num
primeiro momento, o Facebook não vai checar todos os fatos de anúncios
políticos, nem vai removê-los da plataforma. A decisão é do próprio CEO, Mark
Zuckerberg, que defendeu a livre publicação de conteúdo em sua plataforma. No
entanto, sabe-se que muitas empresas têm reduzido suas cotas publicitárias em
redes sociais e páginas que são proliferadoras de notícias falsas.
O
problema é que checar notícia custa caro e leva tempo. Enquanto não puder
acabar com elas, o Facebook vai reduzir temporariamente a distribuição de posts
que tiverem sinais de conteúdo falso, enquanto a verificação for feita para
checar os fatos. Segundo o Facebook, isso vai ocorrer em muitos países,
incluindo nos Estados Unidos. Notícias comprovadamente falsas têm distribuição
reduzida no feed de notícias do Facebook, e são removidas da aba Explorar e das
hashtags no Instagram. As duas redes sociais também diminuem o alcance de
contas que publicam desinformação repetidamente.
Na esfera
política, o Facebook vai alertar quando uma notícia vier de uma “organização
totalmente ou parcialmente controlada pelo governo de um país”. A definição foi
criada com a contribuição de mais de 40 especialistas, e permitiu criar uma
lista chamada “mídia controlada por Estado”.
No início
de 2020, o aviso deve aparecer também no Instagram. Para a companhia, isso
parece ser uma questão de segurança nacional. Estudo divulgado pelo Senado dos
Estados Unidos encontrou evidências de interferência eleitoral vinda da Rússia,
por meio do
Facebook, Instagram, YouTube, Twitter e Tumblr. Isso teria sido feito pela IRA,
que tem ligações com o governo de Vladimir Putin.
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